sexta-feira, 26 de março de 2010

Discurso proferido pelo Deputado Mauro Benevides sobre a UNILAB no Plenário da Câmara dos Deputados, em 25/03/2010.

SENHOR PRESIDENTE
SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:


Registra-se enorme expectativa, em meu Estado, quanto à manifestação desta Casa em torno do projeto governamental que cria a UNILAB, reunindo, na cidade de Redenção, distante 70 quilômetros de Fortaleza, os Países lusófonos, num ousado empreendimento do governo Lula da Silva, com caráter integracionista, que congraçará estudantes de 9 Países, a exemplo de Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, todos comprometidos com a inspirada iniciativa do Ministério da Educação, tendo à frente o titular, Fernando Haddad e a competente equipe da Secretaria de Ensino Superior, com a coordenação do professor Paulo Speller, extremamente dedicado a tão nobre tarefa.
Relator da importante matéria na Comissão de Constituição e Justiça, espero que, na próxima semana, a proposição possa ser objeto de apreciação, a fim de que este Plenário venha a deliberar, conclusivamente, motivando o envio dos autógrafos ao exame do Senado Federal.
O Governo do Estado, com direto acompanhamento de seu titular, Cid Ferreira Gomes, assiste a todas as providências em curso, de parceria com os Secretários René Barreira e deputado Mauro Filho, que examinam de perto as medidas a cargo de nossa Unidade Federada.
Desde a primeira hora, como entusiasta da portentosa idéia, venho envidando esforços para que o trâmite legislativo ocorra sem embargos, ensejando a que assistamos à concretização de algo que modificará o fáceis educacional do Nordeste brasileiro.
Confio, portanto, em que os meus ilustres Pares, das diversas bancadas, manifestarão decidido apoio a uma idéia que há repercutido, intensamente, em todo o território nacional, com ressonância junto ás Nações que se tornarão participes do magno cometimento.
A UNILAB, dentro em breve, se tornará uma esplêndida realidade, com a indispensável chancela do Parlamento brasileiro.


MAURO BENEVIDES
DEPUTADO FEDERAL - PMDB/CE

quinta-feira, 25 de março de 2010

Mia Couto: futuro do Português depende da afirmação dos países lusófonos na cena mundial


25.03.2010 - 09:05 Por : André Campos, Agência Lusa

O escritor moçambicano Mia Couto considera que o futuro da língua portuguesa depende mais da afirmação dos países lusófonos na cena mundial, nos mais diversos domínios, do que da “grande bandeira”, muito agitada, do número de falantes.

Numa entrevista à Lusa, à margem de um colóquio internacional sobre a sua obra realizado em Antuérpia, Bélgica, um dos grandes nomes da literatura lusófona defende que o peso da língua portuguesa no mundo dependerá daquilo que os países de língua oficial portuguesa fizerem para se afirmarem em áreas que não propriamente as linguísticas, dando como exemplo o despontar do Brasil como potência mundial.

“O futuro da língua portuguesa é muito o futuro daquilo que seja a nossa afirmação - dos países que falam Português -, como países que podem ter um outro lugar no mundo, a nível da economia, a nível da política, a nível daquilo que possam ser exemplos de caminhos que são inovadores, que sejam alternativos a uma coisa que está muito fatigada, que é o discurso político que hoje domina o mundo”, declarou.

Para o escritor moçambicano, “esta língua tem que ter um futuro naquelas áreas que não são propriamente linguísticas”.

“Acho que o futuro da nossa língua não depende só disso que é a grande bandeira do número de falantes, ou do peso demográfico que os brasileiros, portugueses, angolanos, moçambicanos, etc., possam ter”, disse, sustentando que o futuro depende muito mais do que está a acontecer por exemplo no Brasil hoje.

“O Brasil hoje está-se afirmando como uma grande potência a nível mundial e isso pode ter um efeito sobre o futuro da nossa língua muito mais do que o discurso passadista de lembrar quanto glorioso foi o passado desta língua”, afirmou.

Da mesma forma, Mia Couto considera que a aproximação entre os países da CPLP depende mais de outras políticas do que a linguística, quando questionado sobre os efeitos da entrada em vigor do acordo ortográfico.

“Por que é que existem distâncias, por que é que existem desconhecimentos nesta família? Não é porque nós temos alguma dificuldade em ler os brasileiros, ou os brasileiros lerem-nos a nós (...) Não vejo que, automaticamente, por termos uma grafia comum, os brasileiros possam perceber melhor onde é que é Moçambique, por exemplo”, disse.

“Há aqui um profundo desconhecimento que, para mim, é muito mais grave do que qualquer questão ortográfica e que passam por políticas de aproximação, por políticas de troca de informação que não existem”, concluiu.

Mia Couto falava à Lusa em vésperas da Conferência Internacional sobre o futuro da língua portuguesa que vai decorrer em Brasília entre hoje e 31 de Março, culminando com a VI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

FONTE: http://www.publico.pt/Cultura/mia-couto-futuro-do-portugues-depende-da-afirmacao-dos-paises-lusofonos-na-cena-mundial_1429330

segunda-feira, 22 de março de 2010

UNILAB - Universidade da Integração Luso-Afro-Brasileira

Ano 2 - Número 1 - 17 de março de 2010


A ABPN participa da reunião da Comissão de Implementação da Universidade da Integração Luso - Afro - Brasileira (CI/UNILAB) UNILAB na Sede da UNESCO em Brasília.

Fonte: http://jornalnegritude.blogspot.com/2010/03/unilab.html

quinta-feira, 18 de março de 2010

Os Países de língua Portuguesa e a China num Mundo Globalizado




Os Países de língua Portuguesa e a China num Mundo Globalizado
Coordenadora: Wei Dan
Editora: Almedina
Tema: Ciência Política
Ano: 2009
Tipo de capa: Brochada
ISBN 9789724039220 | 375 págs.
Peso: 0.643 Kg

----CONTEÚDO----

ÍNDICE

Mensagem da Coordenadora
Por Wei Dan
Prefácio I
Por Rui Martins
Prefácio II
Por Manuel Carvalho
Relações entre a China e os Países de Língua Portuguesa no Contexto da Globalização Económica
Por Wan Yong Xiang
Reflexões em Torno da Questão: Que Modelo Social para o Desenvolvimento?
Por Jorge Sampaio
A CPLP, Macau e a China: Notas sobre o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa
Por Celso Lafer
Relações Económicas entre a China e os Países de Língua Portuguesa Papel de Macau como uma Plataforma de Serviço
Por Lee Peng Hong
À Qualidade do Sujeito de Direito Internacional da Região Administrativa Especial de Macau - Fundamentos, Características e Práticas
Por Zeng Lingliang
Como o Brasil vê a China
Por Aldo Rebelo e Luís António Paulino
O Espaço Lusófono no Contexto da Globalização
Por Manuel Porto
A China no Espaço Lusófono - Uma Perspectiva Brasileira
Por Paulo Speller

As Relações entre os Parlamentos Nacionais de Portugal e da China, no Quadro do Aprofundamento das Relações entre os Dois Estados
Por Vitalino Canas e José Correia
A Presença da China no Brasil
Por Fernando Leça e Fábio Sirnão Alves
O Diálogo entre o "Jeito Asiático" e a Maneira Brasileira de Ser: O Caso do Menino Brasileiro Iruan Retido em Taiwan
Por Paulo A. Pereira Pinto
Brasil, China e os Países da CPLP: Uma Proposta de Cooperação no Mundo Pós-moderno
Por Paulo Borba Casella
A "Linha da Frente"? Do Sudoeste dos Balcãs à Ásia Central e o Futuro do Relacionamento da China com o mundo lusófono
Por Armando Marques Guedes
Corrupção/Improbidade: Reflexão Ponto de Inflexão
Por Marcelo Figueiredo
Brasil: Crise, Ajuste e Reforma: da Crise da Dívida ao Governo Lula
Por Marcos Cordeiro Pires
China e Brasil num Mundo Globalizado
Por Wei Dan ANEXO: Notas Biográficas dos Autores


Fonte: http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=8809

quarta-feira, 17 de março de 2010

Concursos abrirão 21 mil vagas em institutos e universidades federais

Terça-feira, 16 de março de 2010 - 16:49


O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorizou a realização de concursos públicos para as carreiras de professor e técnico administrativo em universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia. No total, serão 21.645 vagas. A portaria de autorização foi publicada nesta terça-feira, 16, no Diário Oficial da União.

Os concursos públicos proverão 9.645 vagas para as universidades federais e 12 mil para os institutos federais, entre professores e técnicos. A quantidade de vagas destinadas a cada instituição ainda será definida.

As vagas vão suprir a demanda que surgiu a partir da expansão e interiorização das universidades federais e da rede de educação profissional e tecnológica, que ocorre desde 2005. Já foram criadas 13 novas universidades federais e 124 novos campi – destes, 105 já estão em funcionamento. Tramita no Congresso Nacional o projeto de Lei que cria a Universidade Federal da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Caso seja aprovado, serão 14 novas universidades.

Além disso, o plano de expansão das escolas federais de educação profissional prevê a criação de 214 novas unidades até o fim deste ano, totalizando 354 em todo o país. Das novas escolas, 115 já foram inauguradas.

As portarias que dispõem sobre o provimento de vagas são as de número 124 e 125, do Ministério do Planejamento, publicadas na página 52 da seção 1 do Diário Oficial da União desta terça-feira.

Assessoria de Comunicação Social

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15182

segunda-feira, 15 de março de 2010

Representantes da Unilab visitam a Funcap

04/03/2010

Da Agência Funcap

Na segunda, 1º de março, o Professor Paulo Speller, presidente da comissão de implantação da Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) esteve reunido com o presidente da Funcap, Tarcísio Pequeno, para solicitar apoio a alguns projetos da instituição.

Durante o encontro, o professor Tarcísio recebeu um ofício com algumas demandas da universidade, como bolsas para fixação de doutores na instituição, o que permitiria a criação de grupos de pesquisa que servirão de base para futuros programas de pós-graduação. O professor Tarcísio também sugeriu que fossem destinadas à universidade bolsas de iniciação científica para alunos de graduação, haja vista a grande quantidade de estudantes estrangeiros que a Unilab espera receber.

O campus da universidade será implantado em Redenção, no Maciço de Baturité. Entre os objetivos da instituição estão o intercâmbio acadêmico, o fomento a pesquisas e a cooperação do ensino superior público com Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Macau, região administrativa especial da China.

A Unilab está sendo estruturada para contar com cinco mil estudantes de graduação, sendo 50% do Brasil e a outra metade da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CLPL) e da África. Inicialmente, serão ofertados cinco cursos nas seguintes áreas: Gestão, Saúde, Licenciaturas, Agrárias e Energias, mas o projeto da universidade também inclui programas de pós-graduação. As atividades devem começar ainda em 2010.

Dezesseis pessoas compõem a comissão de implantação da Unilab, entre elas o Secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, René Barreira, ex-reitor da Universidade Federal do Ceará. (UFC). A proposta inicial da universidade é de um corpo docente composto por 150 professores.


Fonte: http://www.funcap.ce.gov.br/representantes-da-unilab-visitam-a-funcap

terça-feira, 9 de março de 2010

IV Oficina UNILAB

“Elaboração do Projeto Pedagógico Institucional Unilab”
Local: Pousada Ocas do Índio, Morro Branco, Ceará
Período: de 25 a 28 de fevereiro de 2010